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Citrotec® acompanha avanços do etanol de milho na 3ª conferência Internacional Unem Datagro

Evento reuniu lideranças do setor em Cuiabá (MT) para discutir inovação, desafios e o futuro da produção no Brasil.

A Citrotec® esteve presente na 3ª Conferência Internacional Unem Datagro sobre Etanol de Milho, realizada no dia 16 de abril, em Cuiabá (MT), um dos principais encontros do segmento no Brasil.

O evento foi promovido pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem), em parceria com a Datagro, e reuniu lideranças do setor, produtores, investidores, fornecedores e autoridades para discutir o papel estratégico do etanol de milho na matriz energética brasileira.

Para a Citrotec®, participar de encontros como esse é fundamental para acompanhar de perto as tendências da área e fortalecer o relacionamento com o mercado. “Estar presente em um evento dessa relevância nos permite entender melhor os desafios e as oportunidades do segmento, além de reforçar o nosso posicionamento como parceiros no desenvolvimento de soluções para o setor”, destaca o diretor industrial da Citrotec®, Paulo Sampaio.

A conferência ocorreu em um momento de forte expansão da indústria de etanol de milho no Brasil. Para a safra 2025/26, a expectativa é que a produção ultrapasse 8 bilhões de litros, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. Esse crescimento está diretamente relacionado ao avanço das usinas flex, que utilizam milho e cana-de-açúcar, garantindo maior eficiência e melhor aproveitamento da capacidade industrial ao longo do ano.


Inovação, desafios e o futuro do etanol de milho

A programação da conferência trouxe uma visão ampla e atualizada sobre o cenário do etanol de milho, abordando desde avanços tecnológicos e expansão da produção até discussões sobre políticas públicas e tendências do mercado nacional e internacional.

Entre os principais temas discutidos estiveram os desafios estruturais da cadeia produtiva, como logística, acesso a financiamento e regulamentação, além das oportunidades geradas pelo avanço das tecnologias aplicadas às usinas. Também ganhou destaque o papel do Brasil na transição energética, com os biocombustíveis ocupando posição central nesse movimento.

Nesse contexto, o etanol de milho se fortalece como uma alternativa cada vez mais relevante, não apenas pela viabilidade econômica, mas também por sua contribuição estratégica para o futuro do agronegócio. A integração entre agricultura e indústria foi apontada como um dos pilares desse crescimento, ao criar oportunidades para os produtores e reduzir a dependência das exportações de grãos, trazendo maior estabilidade ao mercado.

Outro ponto importante é o aproveitamento de coprodutos gerados no processo, como o DDG/DDGS, amplamente utilizado na alimentação animal. Esse subproduto tem contribuído para aumentar a competitividade da pecuária, especialmente nas regiões produtoras, gerando impactos positivos na economia local e fortalecendo ainda mais a cadeia do etanol de milho.


Soluções Citrotec® para etanol de milho

Atenta às demandas do setor, a Citrotec® desenvolve tecnologias que contribuem para aumentar a eficiência dos processos e tornar a produção de etanol de milho mais sustentável.

O Ecovin® é um evaporador de concentração de vinhaça de milho que utiliza o princípio de névoa turbulenta descendente. A tecnologia permite reduzir significativamente o volume da vinhaça e operar a planta em circuito fechado, sem necessidade de envio ao campo, incorporando-a ao DDG. O sistema possui capacidade diária de produção de 130 m³.

Já o Ecovin JL® também atua na concentração da vinhaça de milho com base no mesmo princípio, mas com um diferencial importante: sua integração às colunas de destilação. Isso permite a produção de etanol com a vinhaça já concentrada, sem consumo adicional de vapor, aumentando a eficiência energética do processo.

Outro destaque é o ENET® MVR, um evaporador de névoa turbulenta de único efeito e múltiplos estágios, que incorpora a tecnologia de recompressão mecânica de vapor (MVR). “O equipamento permite multiplicar o uso do bagaço, o que é especialmente relevante em plantas flex, que produzem etanol de cana e de milho. Com essa economia, é possível operar uma planta de etanol de milho durante todo o ano sem a necessidade de adquirir outro combustível”, destaca Sampaio.


Unem Datagro 2026